Isabel Freixo

Isabel Freixo

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21/06/2026

Hoje venho partilhar uma situação que considero inaceitável num restaurante.

Fui ao restaurante e pedi polvo à lagareiro. O que me foi servido foram três pequenas pontas de tentáculos de polvo e três minúsculas batatas assadas a murro. Perante o preço pago e aquilo que foi apresentado, questionei a qualidade/preço e o facto de não ter sido informada previamente sobre o tamanho das doses e o tipo de serviço prestado.
Quando pedi o Livro de Reclamações, em vez de uma resposta profissional, fui insultada.
Um cliente tem o direito de reclamar quando sente que o serviço não corresponde ao esperado. O dever de um profissional de restauração é informar corretamente: nem todos os clientes conhecem as doses, os critérios da casa ou aquilo que realmente será servido. Há pessoas que podem não conseguir ler um menu, que podem ter dificuldades visuais ou simplesmente confiar na explicação de quem os atende.
Todos sabemos que a vida está mais cara: alimentação, combustíveis e despesas aumentam, enquanto muitos salários continuam baixos. Mas isso não pode ser uma desculpa para reduzir a qualidade, esconder informação ou tratar mal quem paga por um serviço.
Reclamar não é faltar ao respeito. Exigir transparência e qualidade é um direito.
A restauração vive dos clientes — e os clientes merecem respeito.
Péssimo restaurante a nível de serviço e de doses, não aconselho.

26/01/2026

Temos veia de artista na família, não há que esconder 🤩😍
A minha mãe aos 86 anos a aprender tocar órgão, a cantar, agora só falta aprender francês, quem disse que era impossível?❤️❤️❤️🎉🎉🎉

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