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23/06/2026

Degradação e abandono da Estação do Oriente

O SNTSF/FECTRANS enviou um ofício à CP e à Infraestruturas de Portugal a denunciar o actual estado de degradação da Estação do Oriente, em Lisboa.

Nesse ofício alertou-se para as consequências que esta situação tem para os trabalhadores ferroviários e para os utentes do transporte público.

Considerada uma das principais estações ferroviárias do país, a Estação do Oriente apresenta sinais evidentes de abandono, nomeadamente falta de limpeza nos espaços públicos, maus odores persistentes, elevadores e escadas rolantes frequentemente avariados e dificuldades acrescidas de acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

A situação tem provocado impactos directos nas condições de trabalho dos ferroviários, que são confrontados diariamente com reclamações dos utentes, situações de tensão, insultos e ameaças, apesar de não terem qualquer responsabilidade pela falta de manutenção e investimento na infra-estrutura.

O SNTSF/FECTRANS sublinha que é inadmissível que, em pleno século XXI, passageiros em cadeira de rodas, idosos, pessoas com mobilidade reduzida, passageiros acompanhados por crianças ou com bagagem pesada continuem a enfrentar obstáculos para aceder aos comboios numa estação que deveria ser uma referência de acessibilidade, segurança e modernidade.

Para a organização sindical, esta realidade resulta de anos de desinvestimento, ausência de manutenção adequada e falta de resposta por parte das entidades responsáveis. O sindicato considera que os trabalhadores não podem continuar a suportar as consequências de opções de gestão que colocam em causa a qualidade do serviço público ferroviário e a dignidade de quem trabalha e utiliza a estação.

O SNTSF/FECTRANS exige, por isso, uma intervenção rápida e eficaz por parte da CP e da Infraestruturas de Portugal, de forma a garantir a limpeza, a manutenção, a acessibilidade e as condições de segurança necessárias na Estação do Oriente.

Caso não sejam adoptadas medidas concretas, a organização sindical admite avançar com formas de mobilização e luta, em defesa dos trabalhadores ferroviários, dos utentes e de um serviço público de transporte digno.

Leia aqui https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-ferroviario/10457-degradacao-e-abandono-da-estacao-do-oriente

22/06/2026

Plenários de trabalhadores da TTSL

As cinco organizações sindicais (STFCMM; SITRA; SIMAMEVIP; SNTSF; SITESE) da TTSL (TRANSTEJO SOFLUSA) convocaram novos plenários para que os trabalhadores decidam os próximos passos da negociação.

Calendário dos plenários
• Montijo – 29 Junho, 14h00
• Seixal – 30 Junho, 13h15m
• Porto Brandão – 30 Junho, 14h45m
• Cacilhas – 1 Julho, 11h00m
• Cacilhas (manutenção) - 1 Julho, 13h30m
• Barreiro – 2 Julho, 11h00m

Após três novas reuniões, os sindicatos confirmam que os valores salariais, subsídio de refeição e anuidades mantêm-se como já divulgados, com retroactivos a Janeiro.

A administração aceitou ainda garantir, sem ambiguidades, que a redução para as 38 horas semanais entra em vigor a 1 de Janeiro de 2027, ficando para 2026 a negociação do calendário rumo às 35 horas.

A cláusula 23, relativa ao local de trabalho, foi amplamente debatida. Após as objecções sindicais, o presidente da administração declarou em acta que “não há qualquer intenção de alterar o que está em vigor, apenas se pretende simplificar e melhorar o que está em vigor”.
A administração aceitou a redacção proposta pelos sindicatos, que mantém o conceito actual de local habitual de trabalho.

O texto em discussão prevê ainda negociações a redução faseada para as 35 horas, sobre o regime de promoções, progressões e propomos nós também o de concursos e propomos no documento enviado e aceite que sejam discutidas as situações de incumprimento relacionadas com as cláusulas 51.ª e 52.ª

A próxima reunião com a administração está marcada para 6 de Julho, às 10h30.

Comunicado completo AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-fluvial-mar-e-portos/10456-plenarios-de-trabalhadores-da-ttsl

20/06/2026

Negociações do ML sem avanços

A 11.ª reunião de negociação do Acordo de Empresado AL – Metropolitano de Lisboa realizou se esta sexta feira, sem progressos nas matérias pecuniárias.

A empresa reafirmou que não tem margem financeira para novas propostas, acrescentando apenas o prolongamento da vigência do AE até 31 de Dezembro de 2032.

As organizações sindicais defenderam que é necessário garantir algum ganho económico para todos os trabalhadores e rejeitaram qualquer imposição de participação em “Eventos Especiais” fora do horário de trabalho.

Reivindicaram ainda que a redução do horário no subsolo seja aplicada em dois anos, e não em três, como propõe a empresa.

Sobre o pagamento das variáveis, o ML admitiu não ter ainda datas definidas para a sua concretização.

Comunicado completo AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-dos-metros/10455-negociacoes-do-ml-sem-avancos

“FECTRANS

18 de junho concentração 18/06/2026

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