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04/02/2026

COMUNICADO ‼️

21/10/2025

Relacionamentos Abusivos vs Dependência Emocional

Relações abusivas ocorrem quando uma pessoa usa o controle, manipulação ou violência para dominar a outra. Não se trata apenas de violência física, podendo também ser psicológica, como: Insultos, ciúmes excessivos, desrespeito aos limites da outra pessoa, humilhações, controle excessivo, desvalorização e críticas Constantes, isolamento social, mudanças de humor extremas, comportamentos agressivos, promessas de mudança…«ver detalhes no texto "com quem estás a te relacionar"»

É importante fazer o exercício constante de conhecer o nosso parceiro identificando sinais de parceiros tóxicos e abusivos para prevenir relacionamentos prejudiciais e, em casos extremos, evitar situações de violência ou morte.

Os relacionamentos abusivos muitas vezes estão ligados a dependência emocional por parte da vítima. Na dependência emocional, a pessoa sente que não consegue viver sem o outro. Pode acreditar que depende da aprovação do parceiro para se sentir válida, amada ou segura. Essa sensação pode levar a aceitar comportamentos prejudiciais, manter promessas vazias e sofrer por manter a relação mesmo quando não é saudável, como:

-Desculpas para atitudes abusivas: “ ele (a) fez por amor” ou “ele(a) só está preocupado (a)”.

-Sensação de culpa exagerada ou de que tudo foi culpa sua e não do abusivo.

-Ficar muito inseguro(a) ou dependente da aprovação do parceiro ou da pessoa por quem se tem a dependência.

-Sacrifícios extremos para evitar desentendimentos, mesmo quando não está bem.

Os relacionamentos abusivos assim como a dependência emocional apesar de que na maior parte das vezes ocorrerem entre pares amorosos (namorados ou casados), também podem acontecer em relações de amizade, familiares e outros.

Lembre-se de que você merece um relacionamento saudável e respeitoso. Se a situação se tornar adoecedor, não hesite em procurar ajuda imediata.

08/08/2025

O sofrimento silencioso!!

No dia-a-dia, muitas pessoas carregam dores, angústias e conflitos internos que permanecem invisíveis aos olhos de quem as cerca. Como profissionais de saúde mental, temos constatado que uma grande parcela da população sofre em silêncio, sem buscar ajuda ou compartilhar suas emoções por medo, vergonha ou até mesmo por não saberem como expressar o que sentem.

Essa situação é preocupante, pois o sofrimento não tratado tende a se acumular, podendo gerar problemas ainda mais graves, como ansiedade, depressão ou dificuldades em se relacionar com os outros.

O silêncio que envolve essas dores muitas vezes nasce da cultura de que devemos ser fortes o tempo todo, e isso faz com que muitas pessoas se sintam obrigadas a esconder suas vulnerabilidades. Essa repressão emocional pode levar ao esgotamento, agravando ainda mais o sofrimento interno.

É fundamental que, como sociedade, criemos um ambiente mais acolhedor e empático, onde as pessoas se sintam seguras para falar sobre suas dores. Incentivamos ainda a busca por ajuda profissional sempre que necessário, pois a terapia é um espaço seguro para explorar emoções, compreender suas origens e aprender estratégias de enfrentamento.

Lembre-se de que não há vergonha em sentir-se vulnerável, pelo contrário, reconhecer o sofrimento é o primeiro passo para a cura. Ao ouvirmos e apoiarmos quem sofre em silêncio, contribuímos para a construção de uma sociedade mais saudável emocionalmente. Afinal, todos nós passamos por momentos difíceis, e dividir essas experiências pode aliviar o peso que carregamos sozinhos. Não hesite em procurar ajuda.

31/07/2025

SUICÍDIO É UM ASSUNTO SÉRIO.

O suicídio é um dos maiores problemas de saúde pública na actualidade, anualmente mais de 800 mil pessoas cometem suicídio em todo o mundo.
Dentre várias razões que levam as pessoas a tirar ou pelo menos a tentar tirar a própria vida destacam-se: relações interpessoais disfuncionais (dificuldades para desenvolver relacionamentos amorosos e relacionamentos interpessoais estáveis, problemas de relacionamento com pais, irmãos, colegas etc) , consumo de dr**as, doença mental (depressão, ansiedade, etc), traumas (histórico de abuso físico e ou emocional, etc) e acontecimentos de vida adversos (luto, traumas, acidentes, separações)

Geralmente as pessoas que cometem suicídio o fazem por não ver soluções para seus problemas e por não visualizarem ninguém em seu meio para conversar e acima de tudo SEREM OUVIDOS sem receber julgamentos, desprezo, condenação, ou ouvirem coisas como “isso não é nada, vai passar”, “isso é falta de Deus” ou ouvirem coisas como “todo mundo tem problemas”.

COMO PERCEBER SE ALGUÉM PRÓXIMO TEM TENDÊNCIAS SUICIDAS?:

1. Quando a pessoa apresenta mudança no padrão de comportamento (ex: uma pessoa agitada poderá ficar mais calma ou uma pessoa calma poderá ficar mais agitada).

2. Quando a pessoa fala com tom de despedida (ex: “quero viajar para longe de tudo e de todos”);

3. Quando a pessoa fala que quer morrer ou se matar ou quando fala constantemente sobre a própria morte e sobre a morte dos outros;

4. Auto lesão (quando a pessoa faz cortes no corpo, tem marcas de enforcamento e tem lesões súbitas no corpo);

5. Quando a pessoa tem histórico de tentativa de suicídio.

COMO LIDAR COM PESSOAS QUE QUEREM SE MATAR?:

1. Ouça e entenda sua história e sentimentos sem fazer julgamentos;

2. Não conte teus problemas na mesma conversa em que a pessoa está a contar os dela (pois a pessoa mais importante no momento é ela);

3.Mostre Apoio e empatia incondicionais;

4.Se disponibilize a lhe ouvir sempre que precisar;

5.Buscar assistência psicológica.

Se está ou conhece alguém em e ou processo suicida ou ainda com transtorno mental grave não hesite em nos contactar para fazer marcação da sua consulta. FAÇA DA SUA SAÚDE MENTAL UMA PRIORIDADE!!

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