Moz Kasongo
18/02/2026
A primeira Dama EM BUZI ATRAI APOIO E FAZ RENASCER ESPERANÇA AS VITIMAS DAS INUNDAÇÕES
A presença , Gueta Chapo, n o centros de aconselhamento às vítimas das inundações continua a mobilizar gestos de solidariedade por parte de instituições, empresas e cidadãos de boa vontade.
Desde a sua chegada ao local, tem-se registado um aumento significativo de doações, que vão desde produtos alimentares, roupas, material de higiene, até apoio psicológico e social às famílias afectadas.
Durante a visita, a Primeira-Dama manteve contacto directo com as vítimas, brincou, cozinhou, trabalhou na chuva e ate ouviu preocupações, partilhando palavras de encorajamento e acompanhando as actividades de apoio psicossocial em curso.
16/02/2026
Encontrei esta foto na página do Governador da província de Sofala Lourenço Bulha.
Em GUARA GUARA - BUZI , Provincia de Sofala, no meio de muita chuva A esposa do Presidente da República uma grande guerreira, mulher de garra Gueta Chapo, aqui acompanhada com a minha esposa Firoza Desai, obrigado Mãe da nação Gueta por este momento especial que lhe proporciona.
06/02/2026
Conheça História da Textáfrica (Grupo Soalpo)
A Textáfrica, pertencente ao grupo Soalpo – Sociedade Algodoeira de Portugal, foi uma das maiores fábricas têxteis de Moçambique. A Soalpo foi constituída em 1944 e iniciou suas atividades na então Vila Pery (atual Chimoio) por volta de 1945.
O presidente da administração da Soalpo foi o carismático Eng. Manuel Magalhães, considerado o "pai da Textáfrica".
Como a fábrica demandava grande quantidade de energia, foi fundada quase simultaneamente, em 1946, a SHER – Sociedade Hidro Elétrica do Revué, dedicada essencialmente à produção de energia para a região e para abastecer a grandiosa fábrica da Textáfrica. A central de Mavuzi começou a produzir energia por volta de 1953, e a de Chicamba Real, em 1959.
A fábrica Textáfrica iniciou suas operações em 1950, e a tecelagem funcionou plenamente a partir de 1955. Em 1970, a linha de produção contava com 673 teares.
O grupo Soalpo possuía ainda:
Um Centro Comercial, com agência bancária do BNU, inaugurado por volta de 1973;
A empresa moçambicana de malhas Emma, que empregava cerca de 400 trabalhadores;
Uma quinta com gado leiteiro, distribuindo leite fresco às casas do bairro da Soalpo, que abrigava os empregados;
Um clube desportivo, o Textáfrica, com uma equipe de futebol que militou na primeira divisão e conquistou vários campeonatos de Moçambique.
O grupo chegou a empregar mais de 4.000 pessoas. A informação disponível indica que todo o complexo terá encerrado nos primeiros anos dos anos 2000, possivelmente devido à falência, embora esta informação esteja sob reserva.
Esta foto histórica, estimada do início dos anos 50, permite observar detalhes da grandiosidade do complexo fabril.
Reflexão:
A Textáfrica foi um marco do desenvolvimento industrial de Chimoio e deixou um legado que ainda é lembrado por muitos. Quando fechou, cerca de 4.000 pessoas ficaram desempregadas. Se reabrisse, mais de 4.000 voltariam a ter emprego — é o lógico.
Se existissem mais fábricas na região, os jovens não estariam a reclamar de desemprego ou a se ver obrigados a escolher apenas carreiras como polícia, professor, enfermeiro ou militar.
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Chimoio