Man Power

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01/04/2020

A impotência sexual, também conhecida como disfunção erétil, é a incapacidade e dificuldade em ter ou em manter uma ereção do p***s que permita ter um contato intimo. Assim, o homem pode ter um problema quando esta dificuldade acontece em pelo menos 50% das tentativas para ter contato sexual, e o que pode acontecer é que a ereção não é suficientemente rígida para que possa haver penetração. Este problema pode ser tratado através da utilização de medicamentos, como Vi**ra ou Cialis, ou usando chás preparados com plantas medicinais. Veja que remédios podem ser usados em Remédios para Impotência S*xual.

A impotência sexual afeta na sua maioria homens entre os 50 e os 80 anos, e além de prejudicar a saúde sexual e íntima do homem, pode também trazer outros problemas psicológicos como a depressão, contribuindo por isso para uma diminuição da qualidade de vida.

Principais Causas
Algumas das causas mais comuns que levam a problemas de disfunção erétil incluem:

Uso de dr**as;
Alcoolismo;
Obesidade;
Uso excessivo de certos medicamentos como anti-hipertensivos, antidepressivos e antipsicóticos por exemplo;
Problemas psicológicos como depressão, traumas, medo, insatisfação ou diminuição da líbido;
Doenças crônicas, como insuficiência renal ou diabetes. Entenda porque a diabetes pode causar impotência.

Além disso, o tabagismo é outra das principais causas da impotência sexual, pois o cigarro reduz o fluxo de sangue no órgão sexual, podendo dificultar a ereção ou impedi-la completamente. Conheça as principais causas que podem levar ao surgimento deste problema em Principais Causas da Impotência S*xual.

Sintomas
Alguns dos principais sintomas da impotência sexual incluem:

Dificuldade para conseguir ou para manter uma ereção;
Ereção menos rígida e mais flácida;
Redução do tamanho do órgão sexual;
Mais tempo para atingir a ereção;
Dificuldade em manter contato íntimo em algumas posições se***is;
Maior esforço e concentração para manter a ereção;
Diminuição dos pelos no corpo;
Diminuição do número de ereções espontâneas ao acordar;
Ejaculação mais rápida que o habitual;
Alterações ou deformação no órgão ge***al;
Doença vascular periférica que dificulta a passagem de sangue para os membros inferiores do corpo, como pernas, pés e órgão sexual.

Diagnóstico
Para fazer o diagnóstico da disfunção erétil, o médico irá fazer um registo detalhado de todas as dificuldades sentidas durante o contato íntimo, além de se informar sobre outras possíveis causas como depressão ou uso de dr**as por exemplo, que possam estar na origem do problema. Além disso, o médico faz também um exame físico em busca de deformidades no órgão ge***al, doenças na próstata, sinais de hipogonadismo ou sinais de doenças cardiovasculares ou de problemas neurológicos.

Quando necessário, o médico pode também pedir a realização de exames de laboratório para avaliar os níveis dos lípidos, açúcares e do hormônio testosterona no organismo, pois esses valores podem ajudar a identif**ar o possível problema.

Tratamento
A impotência sexual pode ser tratada de diferentes formas, pois o seu tratamento depende da sua causa. Assim, algumas das opções de tratamento que existem são:

Uso de remédios como Sildenafil (Vi**ra), Tadalafil (Cialis) ou Vardenafil (Levitra), Apomorfina, Blemelanotida ou Alprostadil que ajudam na ereção.
Terapia de reposição com hormônios em cápsulas, adesivos ou injeções que aumentam os níveis de testosterona e facilitam a testosterona;
Uso de aparelhos de vácuo que favorecem a ereção e são especialmente aconselhados para homens que não podem fazer o tratamento com remédios;
Cirurgia para implantação de próteses penianas que são usadas apenas em último recurso apenas quando todos os restantes tratamentos não tiveram sucesso.
Além dos tratamentos referidos, o aconselhamento com um psicologo ou psiquiatra e a terapia de casal são também muito importantes, pois ajudam tratar outros problemas, medos e inseguranças que possam existir e que estejam também contribuindo para o problema. A psicoterapia também é indicada nestes casos para ajudar a tratar o estresse, ansiedade e a depressão.

Veja ainda os exercícios que se podem fazer para prevenir a impotência sexual:

31/03/2020

Educação sexual: pregar a abstinência não é a melhor forma de proteger adolescentes

Qual é a melhor forma de reduzir o número de adolescentes grávidas e de jovens infectados com HIV e outros males? Essa é uma pergunta chave para profissionais que trabalham com educação sexual. Para muitas pessoas, a resposta está em programas que estimulem garotos e garotas a fazer s**o apenas depois do casamento. Os entusiastas dessa estratégia, costumam repetir que “abster-se de atividades se***is é a única forma de evitar gravidez fora do casamento, doenças sexualmente transmissíveis e outros problemas de saúde relacionados”.

Um grande estudo de revisão sobre o tema, porém, publicado hoje na revista especializada Journal of Adolescent Health, concluiu que investir exclusivamente na mensagem de que os adolescentes devem se manter virgens até se casar é uma estratégia inef**az, que não adia a iniciação sexual nem reduz comportamentos de risco.

O estudo pode ser acessado de forma gratuita aqui.

Para chegar a essa conclusão, um grupo de 13 pesquisadores a**lisou quase 100 trabalhos que, nos últimos anos, mediram a eficácia dos diferentes tipos de programa de educação sexual existentes nos Estados Unidos. Em um comunicado emitido pela Universidade de Columbia, em Nova York, um dos autores, John S. Santelli, resume o resultado encontrado: “O grosso da evidência científ**a mostra que iniciativas desse tipo não ajudam os jovens a fazer s**o mais tarde. Enquanto a abstinência é ef**az na teoria, na prática, tentativas de se abster de atividades se***is frequentemente falham”, diz.

E por que esses programas falham? Porque ao investir apenas em uma mensagem — “não faça s**o” —, não passam aos jovens informações importantes, como o uso de pr*********os e outros métodos contraceptivos, nem abrem espaço para que eles falem sobre seus medos, angústias e dúvidas. Assim, quando esses adolescentes acabam fazendo s**o — e muitos deles fazem —, o fazem de forma menos informada e segura. “Esses programas simplesmente não preparam os jovens para evitar gravidez indesejada ou DSTs”, afima Santelli.

O problema não é a abstinência, mas a falta de educação sexual
A bronca dos pesquisadores não é com a abstinência em si. Já na segunda linha do artigo, eles escrevem que “a abstinência de relações se***is pode ser uma escolha saudável”. O problema são as iniciativas que, na maior parte das vezes por questões morais, insistem apenas na mensagem de que os jovens devem evitar o s**o. Essa mensagem, dizem os cientistas, não encontra eco em um mundo onde a idade de iniciação sexual é cada vez mais baixa e a de casamento, cada vez maior.

Hoje, nos Estados Unidos, uma mulher faz s**o pela primeira vez, em média, 8,7 anos antes de se casar. Entre os homens, a diferença entre o início da vida sexual e o matrimônio costuma ser de 11,7 anos. Para as mulheres nascidas nos anos 1940, essa diferença era de apenas 1 ano e meio.

Dessa forma, informar é proteger, defendem os autores. Os estudos a**lisados por eles indicam que programas de educação sexual baseados em informação e diálogo acabam sendo os mais ef**azes, não só na proteção contra a gravidez indesejada e doenças, mas também no adiamento da primeira vez.

E a explicação é simples. Ao poder contar com um espaço de diálogo, onde seus medos e dúvidas são ouvidos, os jovens se tornam mais seguros e capazes de tomar decisões sensatas, o que pode incluir adiar a hora de fazer s**o para um momento em que se sinta mais preparado. Em outras palavras, falar sobre s**o não signif**a fazer mais cedo, pelo contrário. Ou como escrevem os autores: “Jovens precisam de acesso a informações precisas e completas para que possam proteger sua saúde e sua vidas”.

29/03/2020

5 coisas que a ciência diz sobre s**o a**l e que você (provavelmente) não sabe

As muitas formas de expressão da sexualidade humana continuam, 200 mil anos depois do aparecimento do Homo sapiens, a intrigar, vejam só!, a própria humanidade. Desde que Masters & Johnson e, pouco depois, Alfred Kinsey, resolveram sistematizar o conhecimento sobre o tema, os estudos só fizeram aumentar. Abaixo, listamos algumas conclusões de pesquisas recentes sobre uma prática que continua cercada de tabu: o s**o a**l. Surpreenda-se. Ou não… 😉

1. Não, o s**o a**l não é o ato mais comum em relações g**s
Casal italiano pouco antes de se casar. Crédito: Andreas Solaro/AFP
Casal italiano se beija pouco antes de se casar. Crédito: Andreas Solaro/AFP
O dado é de uma pesquisa feita pelas universidades de Indiana e George Mason, nos Estados Unidos. Publicado no Journal of S*xual Medicine, o trabalho descobriu que o s**o entre dois homens costuma ter um repertório muito mais variado do que héteros costumam imaginar.

Com a ajuda da empresa Online Buddies, especializada em aplicativos de encontro voltados para o público gay, os cientistas conseguiram receber o feedback de quase 25 mil homens g**s e bisse***is, a grande maioria norte-americana.

Estimulados a descrever os atos que tinham praticado no último encontro, os voluntários geraram uma lista de 1.308 comportamentos. O s**o a**l não tinha acontecido em mais de 60% das transas. O ato mais comum? Esse mostrado na foto acima: beijar o parceiro na boca.

2. S*xo a**l é uma fantasia quase exclusivamente masculina
Enquanto o estudo anterior não deve ter surpreendido g**s, este não será novidade para as mulheres. Mas, meu caro leitor hétero, saiba: fantasiar sobre s**o a**l é uma coisa só sua, e sua parceira, provavelmente, não deve se empolgar muito com a ideia.

Claro, a sexualidade humana é um terreno infinito de possibilidades, e mulheres podem ter essa fantasia. Mas elas seriam raras, de acordo com uma pesquisa do Instituto Philippe-Pinel, da Universidade de Montreal, no Canadá, que entrevistou 799 homens e 718 mulheres, com média de idade de 30 anos.

“Uma das descobertas mais intrigantes diz respeito ao signif**ativo número de fantasias quase exclusivamente masculinas, por exemplo, as que envolvem transe***is, s**o a**l entre heterosse***is e a ideia de ver a parceira fazer s**o com outro homem”, afirmou, em um comunicado, Christian Joyal, principal autor do estudo, publicado no Journal of S*xual Medicine.

3. Não é considerado s**o por muita gente
Bil Clinton em 1988
Clinton prestes a admitir um relacionamento extraconjugal com uma estagiária da Casa Branca. Crédito: Win McNamee/Reuters
Lembra quando Bill Clinton escapou de um impeachment ao argumentar que s**o oral não constituía uma relação sexual? Se ele dissesse o mesmo sobre s**o a**l, muita gente concordaria com ele.

Especialistas do Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, fizeram uma série de perguntas sobre s**o para 496 pessoas por telefone. Quando ouviram a questão “S*xo a**l pode ser considerado s**o?”, 20% delas responderam que não. Quando a pergunta foi sobre s**o oral, a taxa cresceu para 30%.

4. Lubrif**antes durante o s**o a**l aumentam a chance de contrair HIV
Estranhíssimo, né? Mas, se o s**o a**l for feito sem ca*****ha, é isso mesmo que acontece, aponta uma pesquisa da Universidade da Califórnia. Depois de acompanhar 900 homens e mulheres americanos, os pesquisadores concluíram que o risco de contrair alguma infecção durante o s**o a**l desprotegido é três vezes maior com o uso de lubrif**antes.

A explicação dos cientistas: muitos desses produtos têm substâncias que irritam as mucosas, favorecendo pequenos ferimentos. Assim, na ausência de ca*****ha, os lubrif**antes tornam ainda mais fácil a transmissão do HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

5. Parece estar ligado a um risco maior de incontinência f***l
Os cientistas que chegaram a essa conclusão a**lisaram as informações de uma pesquisa nacional de saúde com 6.150 adultos. Entre as mulheres que disseram praticar s**o a**l, o risco de incontinência f***l se mostrou duas vezes maior do que na população feminina em geral. Entre os homens, esse perigo se mostrou três vezes maior.

No entanto, os autores do trabalho, da Universidade do Alabama em Birmingham, ressaltaram que a pesquisa não traz resultados definitivos, e que mais investigações são necessárias. “Além disso, nós não sabemos se alguém que fez s**o a**l uma ou duas vezes tem o risco de incontinência f***l aumentado tanto quanto alguém que o faz regularmente”, acrescentou Alayne Markland, líder do estudo, publicado no American Journal of Gastroenterology.

25/03/2020

Paixão pela internet é traição?

Trocas de mensagens diárias, declarações de amor constantes e… nenhum contato físico. Sim, com a internet, é fácil se apaixonar por quem nunca se viu cara a cara. Mas, quando o apaixonado virtual está em um relacionamento real, surge uma dúvida: o envolvimento emocional, sem ato sexual, é traição? Segundo diferentes estudos, depende do s**o de quem vai responder a essa pergunta. A chamada infidelidade emocional parece incomodar mais as mulheres que os homens.

Uma das pesquisas mais recentes sobre o tema foi publicada no começo do mês na revista especializada Evolutionary Psychological Science por cientistas da Cardiff Metropolitan University, no Reino Unido. Os autores pediram para que 21 homens e 23 mulheres, todos heterosse***is, lessem mensagens fictícias como as trocadas no Facebook e imaginassem que elas tinham sido enviadas por seus companheiros para uma terceira pessoa.

Alguns dos textos eram “provas” de infidelidade sexual (“Você foi a melhor transa que eu já tive. A noite passada foi incrivelmente sexy”) e outros, de infidelidade emocional (“Você deve ser minha alma gêmea. Eu me sinto tão conectado com você, apesar de não termos dormido juntos”). Depois de lerem mensagens assim, os voluntários deviam dizer o quão desconfortáveis se sentiriam se a prova de traição fosse verdadeira.

O resultado: enquanto os homens se estressaram mais com as mensagens de infidelidade sexual, as mulheres se mostraram mais incomodadas que eles com a infidelidade emocional, embora a traição física também fosse algo muito, muito decepcionante. Outra diferença: as mulheres f**avam mais furiosas que os homens quando a mensagem indicava que alguma outra mulher estava tentando seduzir seus companheiros.

Para os pesquisadores responsáveis pelo estudo, Michael Dunn and Gemma Billett, os resultados indicam que os mecanismos tradicionais do ciúme continuam operando de forma semelhante na era digital e que homens e mulheres parecem ter visões diferentes sobre o tema.

A conclusão da dupla corrobora outros estudos feitos anteriormente que também notaram diferença no padrão de ciúmes de homens e mulheres. Um estudo feito nos Estados Unidos em 2016, baseado em uma pesquisa de opinião com cerca de 64 mil homens e mulheres, e outro norueguês, de 2015, chegaram à mesma conclusão: mulheres se incomodam mais que os homens com a infidelidade emocional, e os homens se incomodam mais com a traição sexual.

O que explica os diferentes conceitos de traição?
Grande parte dos cientistas interessados no tema tem uma visão evolucionista do comportamento humano, ou seja, eles buscam explicar a forma como agimos a partir de uma ideia de que, no fim, o objetivo é a reprodução e continuação da espécie. Segundo essa visão, os homens seriam mais preocupados com a infidelidade sexual porque, ao longo de milhares e milhares de gerações, tiveram de lidar com uma dúvida difícil de sanar: esse filho para o qual estou dedicando tempo e trabalho carrega mesmo meus genes?

Como para as ancestrais humanas essa nunca foi uma questão muito importante, a infidelidade sexual parecia menos ameaçadora que a possibilidade de seu companheiro abandoná-la ao se unir a outra parceira. Daí, a preocupação maior com a infidelidade emocional manifestada hoje em dia pelas mulheres. “Essas reações são mecanismos que integram parte da evolução mental da humanidade”, resumiu Mons Bendixen, pesquisador do Departamento de Psicologia da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, quando apresentou seu estudo de 2015, mencionado acima.

A posição de Bendixen e de outros evolucionistas, porém, não é a única. São muitos os cientistas que ressaltam a importância da cultura no surgimento de sentimentos como ciúmes. Para eles, sociedades em que os papéis sociais de homens e mulheres são mais igualitários, o ciúmes tende a se manifestar de forma mais parecida nos dois s**os.

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