Fono360
Bastidores reais da nossa Imersão Presencial CAA + TMF 🎬✨
A gente quis mostrar um pouco do que acontece “por trás” de uma experiência que não é só curso — é prática clínica guiada, com método, organização e muita intenção.
A imersão foi desenhada para fono que quer:
✔ integrar CAA + TMF sem fragmentar a sessão
✔ ganhar clareza na tomada de decisão (por onde começar e o que ajustar)
✔ trabalhar com níveis de ajuda, metas funcionais e dados de evolução
✔ sair com materiais e estrutura para aplicar na clínica de verdade
📍 Recife
🗓️ 15 e 16 de maio
💰 Lote 1: até 15/04
📲 Informações no WhatsApp (11) 96329-7853 (envie “RECIFE”)
Poucas vagas. Te esperamos!
Hoje, 02/04 (Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo), eu e a Dra. Adriana gravamos esse vídeo com uma intenção bem clara: te ajudar a tomar decisões clínicas mais seguras na prática: especialmente quando a criança é minimamente verbal e você precisa integrar CAA + TMF sem “dividir” a sessão.
Se você sente que às vezes f**a na dúvida entre:�✔ ajustar acesso e vocabulário�✔ definir níveis de ajuda�✔ escolher alvos motores funcionais�✔ organizar uma sessão que gere participação e progresso real
…essa imersão foi criada para você sair com método replicável, checklists, templates e um caminho claro de intervenção.
📍 Imersão Presencial CAA + TMF�🗓️ 15 e 16 de maio — Recife�📲 Informações e inscrição pelo WhatsApp: (11) 96329-7853 (envie “RECIFE”)
Poucas vagas. Te espero com a gente. 💬✨
Um projeto que nasce diretamente da prática clínica e das demandas que recebemos com frequência.
A Imersão de Aprendizagem em CAA + TMF é um programa presencial, voltado exclusivamente para fonoaudiólogos, com foco em integração clínica entre Comunicação Aumentativa e Alternativa e intervenção em Transtornos Motores de Fala.
Serão dois dias intensivos de aprendizagem prática, com observação clínica estruturada, metodologias ativas, treino de modelagem, tomada de decisão e construção de planos terapêuticos funcionais e replicáveis para a rotina clínica.
📍 Recife/PE
🗓 15 e 16 de maio
⏰ 09h às 18h
🧠 16h de prática clínica
👥 10 vagas presenciais
📲 Informações e inscrições pelo Whatsapp: 11 96329-7853 ou comenta IMERSÃO RECIFE que a gente te chama aqui.
Respondendo dúvidas sobre o nosso curso N.3 ao vivo. Conta pra gente se você gosta desse tipo de conteúdo e bate papo?
Até breve, Fono Cris e Fono Adri.
30/01/2026
Na prática clínica, a escolha dos alvos de fala costuma ser tratada como um detalhe operacional, quando na verdade é uma das decisões mais determinantes de todo o processo terapêutico. Um alvo mal calibrado pode gerar variabilidade excessiva, frustração, baixa inteligibilidade funcional e a falsa impressão de que a criança “não generaliza” ou “não sustenta aprendizagem”.
Em quadros motores, a escolha do alvo precisa considerar muito mais do que o som em si. Envolve acesso motor, custo articulatório, previsibilidade, impacto funcional e o nível de ajuda necessário para que a criança consiga experimentar sucesso comunicativo. Quando esses elementos não são integrados, o treino pode até acontecer, mas a aprendizagem não se organiza.
Esse desafio se intensif**a em contextos de trabalho em equipe, onde diferentes profissionais, com formações e objetivos distintos, acabam elegendo alvos sem um critério comum. O resultado não é falta de esforço da criança, mas um processo fragmentado, difícil de sustentar ao longo do tempo.
É exatamente sobre isso que estamos construindo um curso. Um curso voltado para a escolha estratégica de alvos, para o alinhamento de equipes e para a organização do raciocínio clínico em contextos reais de intervenção. Ainda em gravação, ainda em construção, mas já muito ancorado na prática. Em breve, traremos mais detalhes! Fiquem ligados!
28/01/2026
Na rotina clínica, a escolha dos alvos de fala costuma ser tratada como algo intuitivo ou secundário, quando, na verdade, organiza toda a trajetória terapêutica. É essa decisão que define o nível de acesso da criança, o tipo de ajuda necessária, a estabilidade das produções e o impacto funcional da comunicação ao longo do tempo.
Em quadros motores, essa escolha se torna ainda mais sensível. Não basta pensar no som, na palavra ou na resposta desejada. É preciso considerar custo articulatório, previsibilidade, variabilidade aceitável e o quanto aquele alvo sustenta participação comunicativa real. Quando esses critérios não são integrados, o processo se fragiliza, mesmo diante de muito esforço clínico.
Esse desafio se amplia quando o trabalho acontece em equipe. Diferentes profissionais observam a criança a partir de lentes distintas, e sem critérios compartilhados, as decisões se fragmentam. O alinhamento do raciocínio clínico não é detalhe organizacional. É parte da intervenção.
É a partir dessas questões que estamos gravando um curso voltado para a escolha estratégica de alvos e para a organização desse raciocínio na prática clínica e em contextos multidisciplinares. Um conteúdo que nasce da clínica real e das decisões que precisam ser sustentadas todos os dias.
Fiquem ligados, em breve traremos novidades!
26/01/2026
Na prática clínica, muitas supervisões acontecem de forma pontual: um encontro, uma devolutiva, algumas orientações. Em casos mais complexos, isso nem sempre é suficiente para sustentar decisões clínicas ao longo do tempo.
Pensando nisso, estruturamos um novo modelo de supervisão clínica em formato trimestral, voltado para fonoaudiólogos que buscam acompanhamento contínuo, análise aprofundada de casos e maior clareza no raciocínio clínico.
O formato prevê encontros mensais, com análise prévia de material, permitindo acompanhar a evolução do caso, revisar escolhas terapêuticas, ajustar estratégias e alinhar decisões conforme o processo clínico se desenvolve. No último mês, a supervisão acontece com as duas profissionais, ampliando o olhar e favorecendo a integração das análises.
Quando pertinente, o modelo também permite a participação de familiares e de outros profissionais da equipe, favorecendo alinhamento e coerência nas condutas.
Esse formato foi pensado para quem entende que decisões clínicas sólidas se constroem no tempo, e não em encontros isolados.
Para mais informações, entre em contato pelo direct ou pelo e-mail disponível no link da bio.
Na prática clínica, é fácil escorregar para uma lógica de desempenho: quantas palavras, quantas tentativas, quantos acertos. Mas comunicação não é uma habilidade isolada que se mede apenas por métricas. Ela é, antes de tudo, um fenômeno relacional.
Como discute Light (2015), comunicar-se é participar de interações signif**ativas, nas quais a criança percebe que suas ações têm efeito no outro. É nesse espaço relacional que surgem intenção, engajamento, persistência e desejo de se comunicar.
Tutoriais recentes com base em uma perspectiva neurodiversidade-afirmativa reforçam esse ponto: quando o foco está apenas no desempenho, corremos o risco de perder aquilo que sustenta a comunicação ao longo do tempo: a conexão humana. A fala, os gestos, os olhares e os sistemas alternativos ganham sentido quando há relação. É na previsibilidade do parceiro, na responsividade e no reconhecimento mútuo que a comunicação se organiza e se expande.
Mais do que observar o que a criança produz, o desafio clínico é sustentar com quem, para quê e em que contexto ela se comunica.
📚 Referências: Light (2015); Neurodiversidade, 2024
21/01/2026
Na clínica, participar não é um detalhe do processo terapêutico. É um marcador central de desenvolvimento comunicativo.
A participação indica que a criança está inserida em trocas signif**ativas, reconhece parceiros, antecipa eventos e atribui sentido às interações. Esses elementos organizam a base cognitiva, linguística e motora necessária para que a comunicação se expanda, independentemente da presença imediata de fala funcional.
Do ponto de vista clínico, insistir em participação é sustentar acesso, previsibilidade e intenção. É criar condições para que o sistema motor e linguístico possam se organizar dentro de contextos reais de uso, e não apenas em respostas pontuais.
Quando o olhar clínico se orienta pela funcionalidade comunicativa, a fala deixa de ser o único indicador de progresso. O foco passa a ser a qualidade da interação, a consistência do engajamento e a ampliação das possibilidades de comunicação ao longo do tempo.
Esse é o tipo de leitura que sustenta decisões terapêuticas mais sensíveis, ajustadas e efetivas.
19/01/2026
Na prática clínica, ainda é comum interpretar dificuldades de fala como falta de tentativa, atenção ou engajamento. No entanto, nos transtornos motores de fala, o desafio central não está no esforço da criança, mas na sua capacidade de acessar, planejar e organizar os movimentos necessários para produzir a fala.
Como descreve Strand (2020), a criança com TMF geralmente sabe o que quer dizer, tem intenção comunicativa e está engajada, mas encontra dificuldade em programar e executar sequências motoras de forma consistente. O problema não é cognitivo nem motivacional. É motor.
Isso explica por que a fala pode variar tanto. Sons aparecem e desaparecem, palavras se modif**am, aproximações surgem e se transformam. Essa variabilidade não representa desatenção ou regressão. Ela reflete um sistema motor que ainda está buscando estabilidade e eficiência.
Quando compreendemos o TMF a partir dessa lente, a intervenção muda de foco. Em vez de exigir repetição perfeita ou respostas imediatas, passamos a oferecer apoios graduais que facilitem o acesso ao movimento, respeitando o tempo do sistema motor e sustentando a intenção comunicativa.
É também nesse contexto que estratégias de aprendizagem motora e recursos de comunicação aumentativa se tornam aliados importantes. Eles reduzem a carga, mantêm a participação e criam condições para que o movimento se organize sem interromper a comunicação.
Reconhecer que TMF não é falta de esforço, mas falta de acesso ao movimento, é fundamental para ajustar expectativas, decisões clínicas e a forma como interpretamos cada tentativa da criança. Porque quando o acesso melhora, a comunicação encontra novos caminhos.
Vamos fazer uma breve pausa nas postagens, mas queremos deixar registrado um projeto que nasce diretamente da prática clínica e das demandas que recebemos com frequência.
A Imersão de Aprendizagem em CAA + TMF é um programa presencial, voltado exclusivamente para fonoaudiólogos, com foco em integração clínica entre Comunicação Aumentativa e Alternativa e intervenção em Transtornos Motores de Fala.
Serão dois dias intensivos de aprendizagem prática, com observação clínica estruturada, metodologias ativas, treino de modelagem, tomada de decisão e construção de planos terapêuticos funcionais e replicáveis para a rotina clínica.
📍 São Caetano do Sul/ SP
🗓 04 e 05 de fevereiro
⏰ 09h às 18h
🧠 16h de prática clínica
👥 10 vagas presenciais
📲 Informações e inscrições pelo Whatsapp: 11 96329-7853
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Categoria
Entre em contato com a prática
Site
Endereço
Recife, PE