Professor Marcelo Peruzzo
29/05/2026
Tem gente que não quer diálogo.
Quer sentença.
Não pergunta para entender.
Pergunta para atacar.
Não escuta.
Não esclarece.
Não dá ao outro a chance de explicar.
Isso não é comunicação.
Isso é covardia.
Covarde é quem usa pergunta como arma.
Covarde é quem joga uma insinuação, fere, e depois se esconde atrás do teatro infantil do: “eu só perguntei.”
Não.
Você não perguntou.
Você atacou sem coragem de assumir o ataque.
E do outro lado também existe miséria cognitiva: gente que escuta uma frase e já decide sozinha o que o outro “quis dizer”.
Também não quer diálogo.
Quer confirmar a própria paranoia.
Comunicação madura é outra coisa.
- É direta.
- É franca.
- É limpa.
- É adulta.
Quem quer entender, pergunta e escuta.
- Quem quer ferir, insinua.
- Quem é intelectualmente fraco, acusa sem prova.
- Quem é emocionalmente desorganizado, reage à intenção que imaginou, não ao que foi dito.
Grande parte dos conflitos não nasce da fala.
Nasce da covardia de não ser claro e da arrogância de achar que lê pensamento.
Pergunta não é arma.
E insinuação não é coragem.
Coragem é falar com clareza.
E maturidade é ouvir antes de condenar.
Dr. Prof. Marcelo Peruzzo, PhD, MsC
12/03/2026
Previsul e Caixa Econômica.
Mentoria e consultoria, para mim, nunca foram sobre resolver problema fácil. Projeto simples, básico, previsível, deixa para o pessoal do arroz com feijão. O que sempre me moveu foram desafios complexos. Desafios que parecem impossíveis para quase todo mundo. Eu quero. Estava lecionando na FGV em Porto Alegre e dois alunos irmãos chegaram e disseram: "Professor, estamos com um desafio enorme. Precisamos transformar uma marca com quase 100 anos em uma nova marca. Não é só mudar nome ou logotipo. É fazer a transição completa de cultura, gente, posicionamento, comunicação com o mercado e criar estratégias inovadoras de marketing. E acreditamos que o senhor é a pessoa certa para isso." Depois veio a pergunta: "O senhor pode conversar com meu pai, que é o presidente?" Eu disse: posso. Fui conversar com ele. Um grande empresário. Um nome que merece respeito. Com respeito e em memória de Ernesto Pedroso. 💙 E bastaram 30 minutos. Trinta minutos de conversa olhando no olho. Confiança quase de pai para filho. Impressionante. O contrato estava fechado. E ali começou uma das transições de marca mais marcantes da minha trajetória. Pegamos uma empresa centenária no Sul do Brasil, com desgaste de imagem, marca desvalorizada e baixa conexão com o mercado, e participamos da construção de uma nova identidade: Previsul. Tenho orgulho real de ter feito parte dessa criação. Inclusive da lógica conceitual da marca, da linha de proteção e do símbolo do guarda-chuva, que representava exatamente aquilo que o mercado precisava perceber: segurança, proximidade e confiança. A marca depois evoluiu, foi remodelada, ganhou novas camadas. Mas a espinha dorsal da comunicação continuou coerente. E isso não acontece por acaso. Fizemos uma transformação que não ficou apenas no design. Entramos em cultura organizacional. Treinamento presencial. Reposicionamento de equipe. Comunicação interna e externa. Ações em campo de futebol. Campanhas promocionais numa época, 2009, em que quase ninguém falava em mobilidade, e nós já trabalhávamos ativações via SMS com a torcida. Foi pegar uma empresa tradicional, pesada, antiga em sua leitura de mercado, e reconstruir relevância sem destruir sua história. Isso é consultoria de verdade. Por isso eu sempre digo: Professor Peruzzo não foi feito para projeto pequeno. Meu trabalho sempre esteve nos cenários em que o risco era alto, a pressão era real e a entrega precisava ser extraordinária. Legado se faz. E eu fiz. Eu faço. Claro, se deixarem e não morrerem de medo de expor o lado ruim e podre do seu negócio. Eu não ensino teoria vazia. Eu ensino o que vivi. O que construí. O que entreguei. Se você quer aprender com quem realmente sabe falar porque sabe fazer, o próximo passo está aberto. Workshop CBO — Chief Brain Officer 1, 2 e 3 de maio Inscrições abertas Turma limitada a 75 pessoas Restam apenas 13 vagas https://chiefbrainofficer.com.br/
27/02/2026
O Boticário - O Genêsis
Em 2004, eu entrei em uma sala de reunião com o Grupo Boticário. Na mesa, um problema gigantesco. Eles precisavam terceirizar o treinamento de mais de 2.000 franquias, distribuídas em quatro regiões do Brasil. Não era um treinamento. Era uma decisão estratégica. Eu recebi a demanda. Construí a proposta. Desenvolvemos um projeto piloto. Fomos avaliados. Nota máxima. O que aconteceu depois, não foi um contrato. Foi uma jornada de cinco anos. Durante esse período, o IPDOIS Neurobusiness e eu fomos responsáveis por treinar o ecossistema de franquias de uma das maiores empresas do Brasil. Foram: Mais de 2.400 franquias. Mais de 10.000 participantes. Mais de 50 multiplicadores sob nossa gestão. Participamos da construção dos conteúdos. Da formação dos líderes. Da padronização comportamental. Aquilo não era sobre ensinar. Era sobre transformar. E ver, anos depois, o Grupo Boticário se consolidar como uma das maiores referências do mundo no seu setor, é a prova de uma coisa: Neurociência aplicada à gestão não é discurso. É responsabilidade. Hoje, vejo um movimento perigoso. 99% dos profissionais que trabalham com neurociência aplicada à gestão não têm formação na área. Não têm experiência. Não têm história. E você não pode colocar sua empresa em risco. Neurociência não é palco. É método. É ciência. É consequência. Quem aprende com quem fala, aprende teoria. Quem aprende com quem faz, aprende transformação. Por isso, eu criei o CBO — Chief Brain Officer. O primeiro workshop de neurociência aplicada à gestão no Brasil. Um encontro. Um reencontro. Meus alunos de 20, 15 e 10 anos atrás terão a oportunidade de viver novamente a experiência que marcou suas carreiras. Não com o conteúdo que preparei para os últimos 20 anos. Mas com o conteúdo que estou preparando para os próximos 5. Os 5 anos mais disruptivos da história profissional da nossa geração. Neurociência comportamental. Inteligência artificial aplicada. Ferramentas reais. Construção de soluções. Leitura emocional e tomada de decisão. Sem teoria vazia. Sem palco. Sem personagem. Apenas ciência aplicada. Se você quer preparar sua equipe. Se você quer se preparar. O convite está feito. Chief Brain Officer. 👉 https://lnkd.in/dQTfYhW4 Quem é CBO faz história. Quem é CBO constrói legado. E legado não se constrói com teoria. Se constrói com responsabilidade.
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