Colley Peter
04/02/2022
No livro FALO? OU NÃO FALO? Expressando sentimentos e comunicando ideias, as autoras relatam 👇:
Na linguagem popular entende-se que falar, pôr para fora as opiniões e sentimentos, é um ato bom por si mesmo. É a teoria do “vamos esvaziar o copo antes que transborde” ou “não deixar cair a gota d'água”. F**a parecendo que falar é bom de qualquer jeito, independente das consequências. “Vomitamos” o que estava nos fazendo mal, o que estava indigesto, e pronto! Estamos bem!
Na verdade não é assim. O que vai determinar como nos sentimos depois da expressão dos sentimentos, são as consequências de nossos comportamentos.
No exemplo dado acima, se você falasse ao seu pai como se sentia e ele cortasse a sua mesada ou deixasse de conversar com você, como você se sentiria? Falaria novamente? Provavelmente não. Já se ele levasse um susto, repensasse seu comportamento e passasse a ser legal com você, isso poderia mudar tudo em relação à maneira como você iria se sentir e o incentivaria a falar novamente com ele.
Vemos, assim, que cada pessoa e situação são únicas, e as consequências farão com que continuemos ou não na nossa empreitada de comunicar ideias e expressar sentimentos.
No entanto, devemos aprender que existem coisas mais importantes que a aceitação e aprovação das pessoas para com os nossos atos. Essas coisas estão relacionadas ao respeito e à dignidade para conosco mesmos. É preciso que tenhamos aprendido na vida que alguns valores (princípios que regem nosso comportamento)
são primordiais, e que o afastamento de pessoas que os ameaçam pode ser um alívio! Se soubermos e acreditarmos nisso, teremos mais tranquilidade para nos relacionar com pessoas agressivas e tentaremos criar padrões comportamentais assertivos, flexibilidade nas formas de relacionamento e, assim, aumentaremos muito a chance de conseguirmos conviver bem. É a chance, mas sempre existirão
pessoas com quem nos depararemos que não se regem por esses princípios e a despeito de nosso amor próprio e assertividade, não mudarão. É a hora de “jogar a toalha” e ver se vale a pena manter estes relacionamentos.
27/12/2021
No livro "Eu amo o meu filho" o autor Jaime Kemp relata que a melhor maneira de amar os nossos filhos é amando o nosso cônjuge. Se você pai quer amar seus filhos, ame a mãe deles e vice-versa.
No livro "Seja o pai que sua filha precisa" o psicólogo Kevin Leman relata: "Embora as crianças bem pequenas possam tornar a intimidade difícil, uma filha merece um pai que é louco por sua esposa. Uma filha também precisa de uma mãe que receba bem os avanços do marido. Então, se você é um homem casado, abrace a sua esposa e lhe dê um beijo apaixonado na frente das crianças. Quando fizer isso, sua filha nunca irá dormir imaginando se seus pais irão se divorciar. Ela vai saber que é amada e está segura." 👩❤️💋👨
11/11/2021
Gordon B. Hinckley viveu até o ano de 2008, quando faleceu aos 98 anos de idade. Nessa citação ele demonstra a importância de ter uma vida dirigida por propósitos, e o quanto O SERVIR outros nos dá energia.
Tenho essa citação como algo que me norteia, e pretendo, chegar nos últimos dias com essa perspectiva.
30/10/2021
Equipe de profissionais da policlínica da IBB. Café de comunhão...
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