Bruno Bohme
23/03/2026
Na ventilação mecânica pediátrica, o manejo não termina após ajustar o ventilador.
A evolução do paciente exige reavaliação constante da mecânica pulmonar, dos parâmetros programados e da resposta clínica.
Entre os erros mais frequentes estão:
🔹 não revisar regularmente os parâmetros ventilatórios
🔹 ignorar mudanças na complacência pulmonar
🔹 analisar o ventilador sem correlacionar com a clínica do paciente
A ventilação mecânica segura depende da integração entre tecnologia, fisiologia e raciocínio clínico.
18/03/2026
Na emergência pediátrica, a falência respiratória raramente acontece de forma súbita.
Ela evolui em etapas e o exame físico mostra isso antes da queda da saturação.
Primeiro vem o aumento do trabalho respiratório.
Depois, a fadiga muscular.
Por fim, os sinais tardios de falência.
Esperar o monitor alarmar é perder tempo clínico.
A avaliação estruturada do padrão respiratório permite antecipar suporte ventilatório e evitar deterioração.
Na AB Cursos, o foco está em treinar o olhar clínico para reconhecer risco antes do colapso.
05/03/2026
Na emergência pediátrica, a via aérea é uma das decisões mais críticas.
O problema não é a falta de conhecimento.
É a falsa sensação de segurança baseada em experiências anteriores.
Na criança, a dessaturação é rápida.
A margem de erro é menor.
E a falha na primeira tentativa muda o desfecho.
Via aérea pediátrica exige preparo estruturado, plano alternativo e treino supervisionado.
Na AB Cursos, o aluno não apenas executa o procedimento.
Ele aprende a planejar, antecipar falhas e decidir sob pressão.
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