Mauricio Fragale
05/05/2026
05/05 é a data do aniversário da Denise. Entre namoro, noivado e casamento, lá se vão mais de 40 anos de relacionamento. Nenhum de nós dois conviveu tanto tempo com alguma outra pessoa, nem mesmo com nossos pais.
Quando nos conhecemos éramos dois jovens estudantes de medicina na faculdade, pensando muito mais na carreira do que em casar e constituir uma família. O tempo foi passando, o namoro firmando, as coisas evoluíram e acabou em casamento. Mas ainda na época de namoro, o tempo de convivência mostrou, em muitas oportunidades e contextos, divergências que muitas pessoas diziam que se casássemos, não duraria. Hoje, quando ouço uma música de sucesso da Shania Twain que diz: “Look like we made it, look how far we’ve come, my babe… They said, I bet, they’ll never make it, but just look at us holding on, we ‘re still together, still going strong…”
(Parece que conseguimos, veja o quão longe nós chegamos, minha querida… Eles disseram, “eu aposto, eles nunca vão conseguir”, mas olhe para nós segurando a onda, nós estamos juntos, ainda indo adiante cheios de força…)
Parece que a música foi feita para nós. Mas posso garantir que se estamos indo adiante, juntos, com um relacionamento firme e forte, eu atribuo isso muitíssimo mais a ela do que a mim. Ela tem uma noção de família muito fortemente enraizada no coração e sempre me inspirou a constituirmos uma família unida, fundamentada no amor que se renova no dia a dia, no perdão que se mostra necessário nos momentos em que alguém falha, na reconciliação e na constante prática desse ritual maravilhoso que é sentarmos todos, eu, ela, os filhos e agora também os netos, ao redor de uma mesa barulhenta, onde se fala de tudo, experiências do dia a dia, política, filmes e séries, planos pro futuro e, inevitavelmente, sobre as coisas de Deus. E tudo isso regado pela comida maravilhosa que ela apronta.
Obrigado por ser essa pessoa maravilhosa. E muitos anos de vida. Te amo.
31/03/2026
Essa semana, Deus está ajustando a nossa visão.
Quando Jesus é o centro, a gente para de viver no automático e volta a enxergar com clareza: quem somos, a quem pertencemos e por que estamos aqui. E onde Ele é o centro, o extraordinário deixa de ser exceção e vira rotina.
Se você está cansado, sem ânimo, ou se sentindo sozinho, não tenta carregar tudo sozinho. Volta pro lugar certo: presença, Palavra e gente.
Você não foi chamado pra andar solto. Você foi chamado pra caminhar com propósito.
Comenta “EU VOU” e marca alguém pra ir com você no GC essa semana.
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