DevMoon
16/09/2024
Com Kumbo é Cripto – Acabei de entrar na lista de engajamento semanal desse criador de conteúdo porque tenho um dos maiores engajamentos. 🎉
18/11/2021
Eaee ! ✌😎
Você já ouviu falar em Serverless?
Ultimamente o termo serverless entrou em ascensão 🚀 e muito se comenta sobre aplicações utilizarem essa arquitetura como forma de se ganhar performance evitando a configuração de servidores complexos através de containers ou até de arquiteturas mais tradicionais.
Na verdade é que três mitos precisam ser abolidos antes de falarmos sobre esse assunto:
1º Mesmo o nome sendo serverless existe servidor sim, ele só não precisa ser gerenciado por você, o que torna a configuração e o deploy muito mais simples;
2º Você não irá ganhar performance apenas por utilizar essa arquitetura e nem terá custos mais baixos, isso depende muito do tipo de aplicação;
3º Hospedar servidores HTTP completos com múltiplas responsabilidades não é o caso de uso para esse tipo de arquitetura;
Agora que estamos na mesma linha ☺, chegou a hora de entendermos aonde a arquitetura serverless se encaixa.
A arquitetura serverless representa um modelo de hospedagem para funções que não necessitam de configurações do servidor, ou seja, todas dependências para que sua aplicação rode já estão instaladas de forma nativa. 💁♂️
Essas funções podem ser "disparadas" de duas maneiras: Rotas HTTP assim como estamos acostumados em serviços REST comuns ou eventos disparados por outros serviços existentes. Geralmente a arquitetura serverless é utilizada para processar códigos assíncronos que não tem necessidade de execução imediata e que podem causar um processamento desnecessário na aplicação principal hospedada em servidores comuns.
Essa arquitetura é extremamente boa e faz muito sentido em vários tipos de aplicações, mas querer utiliza-la independente do modelo do seu software pode ser desperdício de trabalho e dinheiro, então, procure se aprofundar mais sobre esta arquitetura para escolher a hora certa de apostar nela.
27/10/2021
Faaala ! 🚀🌙
Neste Post falaremos sobre "PWA: O que é? Vale a pena? Quando utilizar?" 🤔
Segundo a Wikipédia: PWA (Progressive Web App) é um termo usado para denotar aplicativos da web que usam as últimas tecnologias da web. Os aplicativos da web progressivos são páginas web (ou sites) tecnicamente regulares, mas podem aparecer ao usuário como aplicativos tradicionais ou aplicativos móveis (nativos) 📱. Este novo tipo de aplicativo tenta combinar os recursos oferecidos pela maioria dos navegadores modernos com os benefícios da experiência móvel. Ou seja, um é uma aplicação híbrida entre web ☁ e mobile 📱. Imagine que ao acessar um site que você goste muito pelo smartphone você receba um aviso para adicionar o site à sua homepage de aplicativos.
Com o app instalado agora em seu celular, você pode ter a mesma experiência que tinha pelo browser agora sem nenhuma informação em tela além da aplicação, ou seja, toda interface do navegador como barra de endereço, botões, favoritos, etc, são removidos.
“Mas é igual um app nativo?” 🤔 Não exatamente. O PWA difere em muitos aspectos de apps nativos que passam pelas lojas de aplicativos como Google Play Store (Android) e App Store (iOS).
Ah ☝😉, vale também lembrar que não é necessário escolher entre PWA ou app nativo, inclusive grandes empresas possuem os dois, como Twitter, Uber, Facebook, etc.
- Vantagens do PWA
Alguns pontos a se destacar para quem está pensando em criar um PWA:
1. Poucas alterações no código do site;
2. Utilização de HTML/CSS/Javascript;
3. Acesso à API’s nativas como geolocalização 🌍, câmera 📸, microfone 🎤, etc;
4. Envio de notificações push;
5. Aplicação muito leve (menos de 1MB geralmente);
6. Suporte à utilização offline 📴;
- Pontos fracos
Apesar de todas vantagens analisadas acima, os PWA’s ainda sofrem com algumas coisas:
1. Suporte cross-browser (existem muitos navegadores);
2. Sem acesso à vibração, sensores, comunicação com outros apps, etc;
3. Não é possível adicioná-los às lojas de aplicativos;
4. Interface web pode perder performance em aplicações mais pesadas;
5. Pode não passar a legitimidade de uma aplicação mobile;
- Quando criar um PWA ou APP nativo?
Como já foi dito anteriormente, talvez a questão não seja escolher entre um ou outro mas fornecer mais um meio para os seus usuários 👨 terem acesso à sua aplicação de forma móvel sem necessitar instalar um aplicativo.
Enquanto nos apps nativos você consegue criar toda experiência nativa com máxima performance, no PWA infelizmente você ainda está limitado a um ambiente híbrido com perda de performance em aplicações mais robustas.
Mesmo assim, a criação de um Progressive Web App exige muito menos esforço do que criar um aplicativo nativo, mesmo que ele seja criado com React Native.
Dessa forma, uma arquitetura saudável seria ter um PWA para acesso limitado a alguns recursos que aceleram o processo do usuário ter que acessar o browser para utilizar sua aplicação enquanto você tem também uma aplicação nativa com todo restante de funcionalidades disponíveis.
Na minha opinião, o PWA precisa ser muito rápido e resolver de forma simples a funcionalidade mais comum da sua aplicação enquanto que o app nativo pode incluir todo o resto.
- Conclusão
Bom para finalizar como tudo na vida as PWA’s não são uma receita mágica que resolve todos os problemas e podem ser aplicadas em todas as situações, mas com certeza elas são um ingrediente muito rico para fazer a experiência do seu cliente muito mais eficaz e aumentar os seus resultados. Por isso, precisamos analisar a necessidade de cada projeto para aplicar cada tecnologia da forma correta, e na minha opinião você deve utilizar:
PWA: Quando você deseja migrar sua versão web para um aplicativo sem esforço resolvendo o principal problema do usuário com poucas funcionalidades e muita velocidade;
APP nativo: Versão completa da sua aplicação com a grande maioria dos recursos disponíveis no seu projeto.
11/10/2021
Fala ! 🌙🤙
Você se apercebeu que a cada dia são geradas grandes quantidades de informações, tecnologias, dispositivos e servidores que necessitam de comunicação entre si??
Até 2022, para se ter uma ideia, há a perspectiva de que o mundo produza 40 trilhões de gigabytes de dados, segundo o estudo A Universe of Opportunities and Challenges 🏢, da consultoria EMC. Por isso, para auxiliar nesse processo de integração 👨💻, existem as APIs (Application Programming Interfaces ou Interfaces de Programação de Aplicações).
E então, o que são as APIs?? 🤔
As APIs são interfaces que funcionam como pontes, transportando 📲 dados entre um Ciente e um Servidor. Sem que esse processo seja sequer percebido pelo usuário, elas estão presentes por trás do funcionamento de diversos programas e aplicativos. Ou seja, API é um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para a utilização das suas funcionalidades por aplicativos que não pretendem envolver-se em detalhes da implementação do software, mas apenas usar seus serviços. De modo geral, a API é composta por uma série de funções acessíveis somente por programação, e que permitem utilizar características do software menos evidentes ao utilizador tradicional. Por exemplo, um sistema operativo possui uma grande quantidade de funções na API, que permitem ao programador 🤓 criar janelas, aceder a arquivos, cifrar dados e etc. Um outro exemplo são os programas de desenho geométrico 📐 que possuem uma API específica para criar automaticamente entidades de acordo com padrões definidos pelo utilizador.
Mas recentemente, o uso de API tem-se generalizado nos plugins (acessórios que complementam a funcionalidade de um programa). Os autores do programa principal fornecem uma API específica para que outros autores criem plugins, estendendo assim as funcionalidades do programa. 🚀🌙✨
Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.
Categoria
Entre em contato com o negócio
Telefone
Website
Endereço
Santa Filomena
Luanda