AliveTv
28/04/2026
➡Ex-primeira dama da Coreia do Sul condenada a quatro anos de prisão
O tribunal de recurso da Coreia do Sul condenou, hoje, a ex-primeira-dama, Kim Keon-hee, a quatro anos de prisão, aumentando a pena inicial de 20 meses por corrupção.
Na sentença transmitida em directo pela televisão sul-coreana, o Tribunal Superior de Apelação de Seul impôs, também, uma multa de 50 milhões de won, reporta a Lusa.
Kim Keon-hee, de 53 anos, é casada com o ex-chefe de Estado Yoom Suk Yeol, que desempenhou funções entre 2022 e 2025.
Em Agosto de 2025, o Tribunal Distrital Central de Seul emitiu um mandado de detenção contra Kim Keon-hee por várias acusações de corrupção, incluindo suborno e fraudes no mercado bolsista e manipulação de preços de acções, acrescenta a mesma fonte.
Na altura, a ex-primeira dama foi acusada também de influenciar indevidamente as listas de candidatos do Partido do Poder Popular.
28/04/2026
➡DECRETOS PRESIDENCIAIS
General Furtado exonerado do cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar
▪️Por conveniência de serviço, o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, decreta, nos termos da Constituição da República de Angola, o seguinte:
É exonerado Francisco Pereira Furtado, do cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República.
▪️Por conveniência de serviço, é exonerado João Ernesto dos Santos, do cargo de Ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria.
▪️Por conveniência de serviço, o Presidente da República decreta, nos termos da Constituição da República de Angola, o seguinte:
É nomeado João Ernesto dos Santos para o cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República.
28/04/2026
➡Higino Carneiro avança com manifesto e posiciona-se como candidato estruturado à liderança do MPLA
O general Higino Carneiro deu um passo significativo rumo à liderança do MPLA, ao avançar com um manifesto eleitoral estruturado que sustenta a sua candidatura ao congresso ordinário previsto para 2026. A análise foi destacada pelo Jornalista Carlos Rosado de Carvalho, da Rádio MFM 91.7, que sublinhou o “profissionalismo” e a preparação evidenciados no documento.
Com cerca de 60 páginas, o manifesto apresenta um conjunto alargado de propostas centradas na inclusão e na construção de consensos nacionais. Entre os pontos mais relevantes está a criação de um “Pacto Nacional para o Futuro”, uma iniciativa que pretende envolver partidos políticos — incluindo a oposição —, sociedade civil e igrejas, com o objectivo de alcançar entendimentos em sectores estruturais como a educação, a saúde e a economia.
A proposta surge num contexto em que outras forças políticas, como a UNITA, também têm defendido soluções semelhantes, baseadas em consensos alargados para enfrentar os principais desafios do país. “Nos últimos anos, várias personalidades públicas têm igualmente insistido na necessidade de acordo sobre matérias de Estado, sem pôr em causa a natural disputa política entre partidos.”
23/04/2026
➡MPLA critica oposição por “discursos falaciosos” e manipulação de factos
0 MPLA, partido no poder em Angola, acusou hoje a oposição de propalar discursos falaciosos e semear suspeições, assegurando que a estabilidade do pais "não será refém de interesses e ambições partidárias desmedidas".
"Angola continuará a ser um país de paz e a estabilidade não será refém de interesses e ambições partidários desmedidos", afirmou hoje o presidente do grupo parlamentar do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, poder), Joaquim Reis Júnior, considerando que a visita do Papa foi um "sinal claro" de que Angola é hoje um país "comprometido com a unidade nacional, com o diálogo e com a estabilidade".
Hoje, na sua declaração política trimestral no ámbito da reunião plenária que decorre na Assembleia Nacional, o presidente do grupo parlamentar do MPLA manifestou "profundo regozijo e elevada honra" como o Estado e o povo angolano receberam Leão XIV.
"A visita de Sua Santidade, o Papa Leão XIV, a Angola representou um momento de elevação espiritual, de reconciliação nacional e de afirmação da paz", disse, exortando os cidadãos à "não darem ouvidos àqueles que propalam discursos falaciosos".
"Vamos em frente, sem dar ouvidos àqueles que, num momento que exige responsabilidade e serenidade, num momento de paz e de unidade, propalam discursos falaciosos, que semeiam a suspeição, promovem a desconfiança e afetarm a unidade", criticou.
21/04/2026
➡Tribunal Supremo adia julgamento de ex-ministra das Pescas para 29 de Abril
O Tribunal Supremo (TS) decidiu adiar o início do julgamento da ex-ministra das Pescas, Vitória de Barros Neto, para o próximo dia 29 de Abril. A sessão estava inicialmente marcada para esta quarta-feira, dia 22, na câmara criminal daquela instância judicial.
Sem avançar razões oficiais para o adiamento, fonte judicial indicou que a nova data já se encontra reagendada. A antiga governante responde a acusações do Ministério Público (MP) pelo crime de peculato no exercício de funções.
O processo-crime remonta a Dezembro de 2019, tendo sido instaurado pela Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), estrutura sob tutela da Procuradoria-Geral da República. Em 2025, o caso avançou para a fase de instrução contraditória, conforme noticiado à época.
A investigação incide sobre alegadas práticas de enriquecimento ilícito envolvendo fundos dos Estados angolano e namibiano. Segundo a Procuradoria-Geral da República, o processo apura suspeitas de apropriação indevida de valores provenientes da comercialização de pescado numa zona costeira partilhada entre os dois países, durante o período em que a arguida exercia funções governativas.
Vitória de Barros Neto desempenhou o cargo de ministra das Pescas e do Mar nos executivos liderados por José Eduardo dos Santos, entre 2012 e 2017, tendo sido posteriormente reconduzida por João Lourenço, que viria a exonerá-la em Janeiro de 2019.
Paralelamente, investigações reveladas em Outubro de 2019 apontaram para um alegado esquema envolvendo quotas de pesca atribuídas pela Namíbia a Angola, avaliadas em cerca de 150 milhões de dólares namibianos. De acordo com informações divulgadas pelo jornal namibiano The Namibian, a Comissão Anti-corrupção da Namíbia (ACC) investigava o caso, que envolveria figuras políticas de ambos os países, incluindo a ex-ministra angolana.
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