CONEX
17/05/2026
Observem a primeira foto. Ela foi tirada há meia hora atrás (17/05/2026) durante a exibição da Esquadrilha da Fumaça no Museu Aeroespacial do Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro. No momento da foto, os aviões voavam sobre o bairro de Realengo.Observando a imagem percebe-se um pequeno ponto luminoso entre as aeronaves, aparentemente um pouco abaixo. Aproximando a imagem, dá para notar uma espécie de "halo" ao redor da luz.
Obs: em nenhuma das outras fotos tiradas aparece esse ponto de luz.
Alguém poderia dizer o que pode ser isso?
05/04/2026
Domingo de Páscoa
27/03/2026
As quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, foram um “ponto de conflito” entre a CPMI do INSS e STF, afirmou o relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar, no relatório final sobre a investigação conduzida pelo Congresso.
De acordo com o documento, uma decisão do ministro Dias Toffoli, então relator do inquérito sobre as fraudes cometidas pelo Banco Master, foi o motivo do atrito entre os Poderes. “No Inquérito nº 5.026, de relatoria do Ministro André Mendonça, foram prolatadas decisões relacionadas às prerrogativas investigativas da CPMI do INSS”, diz o relatório.
“O ponto de conflito surgiu em torno dos elementos informativos oriundos das quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático do investigado Daniel Bueno Vorcaro, dono do Banco Master e investigado por fraudes conexas às do INSS, que por decisão anterior do então Relator, ministro Dias Toffoli, haviam sido colocados sob a guarda da Presidência do Senado Federal, e não diretamente na posse da CPMI”, afirmou Gaspar, no documento.
O relatório final da CPMI do INSS registra ainda que o impasse foi solucionado a partir de requerimento encaminhado ao STF cobrando a revogação da decisão de Dias Toffoli ao ministro André Mendonça, que havia assumido a relatoria do Caso Master na Corte.
O argumento foi de que, por força do artigo 58 da Constituição, as CPIs e CPMIs “detêm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, o que inclui a custódia e análise do material probatório por elas obtido”.
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🤳 Reprodução / YouTube
27/03/2026
27/02/2026
17/02/2026
"PÃO E CIRCO"
A expressão "pão e circo" foi criada na Roma antiga e defendia a ideia de promover grandes festas e eventos populares com o objetivo de desviar a atenção das camadas mais simples da população em relação aos seus próprios problemas e a corrupção reinante no âmbito do governo.
Em 1993, o programa Globo Repórter, da TV Globo, apresentava uma reportagem sobre o alerta de defesa aérea da Força Aérea Brasileira. Esse serviço permanece ativo em diversas unidades operacionais da FAB, até hoje.
30/01/2026
O que acontecerá daqui para frente?
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Novas revelações ampliam a crise envolvendo o Banco Master e atingem diretamente o governo Lula. Informações divulgadas nesta semana mostram que o presidente recebeu, fora da agenda oficial, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em dezembro de 2024, no Palácio do Planalto.
Segundo apuração, o encontro durou cerca de uma hora e meia e contou com a presença de Gabriel Galípolo, que dias depois assumiria a presidência do Banco Central. De acordo com o governo, Lula teria afirmado que não trataria de temas técnicos relacionados ao banco, versão que é questionada pela duração da reunião.
Daniel Vorcaro foi preso recentemente pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero. À época do encontro, ele havia acabado de contratar o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega como consultor do Banco Master, com salário de aproximadamente R$ 1 milhão por mês. A contratação teria sido feita a pedido do senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado, em nome do governo federal.
O episódio é apontado como a primeira demonstração de vínculo entre integrantes do governo e a estrutura do Banco Master. Embora o encontro não seja, até o momento, prova direta de envolvimento do presidente em irregularidades, ele evidencia uma relação considerada difícil de explicar entre o Palácio do Planalto e o banqueiro.
As revelações também citam outros contratos ligados ao banco, como o pagamento de cerca de R$ 250 mil mensais a um escritório associado ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, durante período em que ele ocupava cargos de relevância institucional. O conjunto de contratos milionários é apontado como um dos fatores que contribuíram para a crise financeira do Banco Master.
O governo ainda não apresentou esclarecimentos detalhados sobre os encontros e os vínculos revelados, enquanto as investigações da Polícia Federal seguem em andamento.
18/01/2026
O tome de escândalos...
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Um executivo investigado por suposta lavagem de dinheiro para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) fez a ponte entre a gestora de investimentos REAG e familiares do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), na compra do Resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR).
Silvano Gersztel era o braço direito de João Carlos Mansur, fundador e ex-CEO da REAG, nos tempos áureos da empresa. Desde agosto deste ano, é investigado por sua participação em fundos de investimento criados pela REAG para, segundo os investigadores, dar aparência de legalidade a dinheiro advindo de atividades criminosas do PCC.
Em setembro de 2021, dois fundos administrados pela REAG e representados por Gersztel — Arleen e Leal — compraram uma parte da participação dos familiares de Dias Toffoli no Resort Tayayá. Por essa fatia, os dois fundos pagaram R$ 20 milhões, narram o repórter Luiz Vassalo e colegas no jornal O Estado de S.Paulo.
A coluna confirmou as informações em documentos da Junta Comercial do Paraná e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Nos registros da Receita Federal, Gersztel aparece como representante legal de dezenas de CNPJs associados à REAG. Era por meio desses CNPJs que a empresa administrava os fundos de investimento agora investigados.
Parte desses fundos foi batizada com nomes de personagens da animação infantil Frozen (2013), da Disney. É o caso dos fundos Hans 95, Olaf 95 e Anna FIDC. Nome apropriado para estruturas jurídicas que portavam “dinheiro frio” — ou seja, de origem ilegal.
Na época do investimento de R$ 20 milhões no Resort Tayayá, os fundos Arleen e Leal tinham como único cotista o pastor e empresário Fabiano Zettel. Ele é cunhado do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Como mostrou a coluna, o mesmo Resort acabou nas mãos de um advogado de Goiás, Paulo Humberto Barbosa, que é sócio e representante da gigante frigorífica J&F, dos irmãos Batista. Em 2023, a J&F foi agraciada com uma decisão de Toffoli que suspendeu o pagamento da multa bilionária da empresa.
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🤳 Mterópoles / .foto
18/01/2026
Obra de ficção! Impossível acontecer um absurdo desses!
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