Projeto Ubuntu
24/06/2026
Recentemente, vimos mais um caso de racismo ganhar repercussão nacional.
Pouco tempo depois, vieram os pedidos de desculpas, as declarações de arrependimento e uma enxurrada de pessoas elogiando a coragem de quem praticou a violência por ter “reconhecido o erro”.
Mas a pergunta que f**a é: por que tantas vezes a empatia muda tão rapidamente para quem praticou o racismo e não para quem sofreu a violência?
É nesse contexto que falamos sobre o pacto narcísico da branquitude: um mecanismo de proteção entre pessoas brancas que minimiza a violência ra***ta, relativiza responsabilidades e mobiliza solidariedade para preservar a imagem de pessoas brancas.
Se racismo é crime, quem praticou é criminoso, por isso, não podemos tratar sua prática como um simples deslize.
Dar nome às coisas também é uma forma de justiça.
18/06/2026
Nosso cérebro é capaz de criar novas conexões e reorganizar padrões de pensamento ao longo da vida. Isso signif**a que crenças, estereótipos e preconceitos aprendidos não são permanentes.
Essa é uma reflexão importante para quem trabalha com diversidade e inclusão. Se preconceitos são aprendidos socialmente, eles também podem ser questionados, ressignif**ados e transformados.
Mudar de ideia não é sinal de fraqueza. É uma demonstração da nossa capacidade humana de aprender e evoluir.
A ciência nos lembra que a transformação é possível.
12/06/2026
Existem diferentes formas de amar, de construir famílias, de criar vínculos e de compartilhar a vida.
O amor é diverso. O respeito também deve ser.
02/06/2026
Diversidade e inclusão não acontecem apenas nas políticas. Elas acontecem nas relações, nas decisões do dia a dia e na forma como escolhemos enxergar as pessoas.
Tenho tido a alegria de conduzir essa jornada no CESAR. Começamos com as lideranças e agora seguimos ampliando a conversa com colaboradoras e colaboradores, aprofundando reflexões sobre inclusão de pessoas com deficiência e pessoas neurodivergentes.
Mais do que conhecer conceitos, estamos discutindo barreiras, privilégios, acessibilidade, comunicação, pertencimento e os caminhos para construir ambientes onde diferentes formas de existir, pensar, aprender e trabalhar sejam realmente valorizadas.
Porque inclusão não é adaptar pessoas aos ambientes. É transformar ambientes para que mais pessoas possam participar, contribuir e se desenvolver com autonomia e respeito.
Seguimos aprendendo, questionando e construindo juntos. Afinal, uma cultura inclusiva não nasce pronta: ela é criada todos os dias, por cada pessoa que faz parte dela.
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01/06/2026
Você não precisa saber tudo.
Ninguém nasce sabendo sobre racismo, capacitismo, neurodiversidade, identidade de gênero ou orientação sexual.
Mas existe uma diferença entre não saber e escolher não aprender.
O Conversas que Transformam nasceu para democratizar o acesso ao conhecimento e criar espaços de diálogo, reflexão e construção coletiva sobre diversidade e inclusão.
Porque transformar a sociedade começa quando estamos dispostos a transformar nossos próprios olhares.
Inscrições abertas para o 2º ciclo 👇🏾
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