Wayne Moda oficial
07/03/2026
❗❗QUEIMADA VIVA POR CRISTÃOS.
Quando os cristãos Queimaram a Kimpa Vita com apenas 21 de idade, ela carregava um bebê no seu colo, foi assassinada por pregar o regresso às raízes, pela valorização das tradições ancestrais e pela defesa do retorno à cidade sagrada de Mbanza-Kongo, capital espiritual e histórica do Reino do Kongo, que havia sido abandonada após a morte do soberano Vita-a-Nkanga, derrotado na trágica Batalha de Mbwila (Ambuila – 1665).
A capital Mbanza-Kongo tinha sido abandonada após as guerras civis que se seguiram à grande crise do reino. Kimpa Vita defendia o repovoamento e a restauração da cidade como centro espiritual e político do Kongo.
No entanto, décadas depois foi excutada.
Foi morta num conflito que envolvia religião, poder político, controlo da legitimidade real e influência missionária europeia.
WMO🤞
10/12/2025
Uma menção especial aos mais novos superfãs! Estevao Kissanga Stevan, Leandro Eduardo Inglês, Ruimanuelgonçalvesmungana Mungana, Valdemar Coelho Coelho, Rosangela Braga, Elizangelo Gomes, Humberto Moreira, Washington Saldanha, Sérgio Samba, Jacob Dos Santos Santoro
Não é fácil ser filho de uma mulher bandida, qualquer coisa que ela traz em casa o filho é obrigado a chamar de pai
😭😭😭😭😭😂🤣😂😂
02/12/2025
❗❗COMO O AFRICANO CONTRIBUI PARA A DESTRUIÇÃO DA ÁFRICA*
Caros africanos...
Existe uma guerra invisível, mas mais destrutiva do que todas as armas que o mundo já inventou. Não é uma guerra de bombas, mas uma guerra de palavras. Não é uma guerra de soldados, mas uma guerra de definições. E o campo de batalha é a nossa mente.
Somos infantilizados há gerações com palavras cuidadosamente escolhidas. Não por acaso. Não por descuido. Por estratégia.
Fanon nos alertou: "Falar uma língua é carregar uma visão do mundo". Mas a língua que nos foi imposta foi talhada para nos fazer crianças em nossa própria casa. Uma língua onde somos os atrasados, os tradicionais, os retardatários.
O célebre escritor nigeriano Chinua Achebe, em sua obra "O Mundo se Desfaz", mostrou: a colonização mais perigosa não é a que acorrenta as mãos, mas a que acorrenta a percepção de si.
Olhemos as palavras que usamos todos os dias sem refletir. Quando um europeu usa uma túnica branca, é "estilo boêmio". Quando um africano usa uma túnica tradicional, é "folclore".
Quando um ocidental faz um chá de limão, é "remédio natural". Quando sua avó pisa folhas no pilão, é "medicina tradicional". Como se seu saber tivesse expirado em 1950.
Suas campanhas são "rústicas". Nossas aldeias são "pobres". Seus mercados locais são "artesanais". Os nossos são "informais".
Sua culinária é "gastronômica". A nossa é "muito picante".
Você vê onde está o truque? São palavras que roubam uma parte da sua identidade cada vez que as repete.
Mesmo no esporte, ouça bem: Um jogador africano tem "talento natural", como um animal selvagem. Mas um jogador europeu tem "técnica", "ciência do jogo". Como se nossa inteligência fosse uma opção.
As consequências? Elas estão diante de nossos olhos, em nossas vidas diárias. Quando uma criança ouve desde o maternal que seu país está em desenvolvimento e até a maturidade o país nunca chegou e ainda está em desenvolvimento, ela internaliza que está sempre WMO
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