Ango-Notícias
17/09/2022
𝐆𝐑𝐔𝐏𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐋𝐀𝐌𝐄𝐍𝐓𝐀𝐑 |𝐂𝐎𝐌𝐔𝐍𝐈𝐂𝐀𝐃𝐎
1.O Grupo Parlamentar da UNITA informa a opinião pública nacional e internacional que, por ocasião da Reunião Constitutiva da V Legislatura da Assembleia Nacional realizada no dia 16 de Setembro de 2022 em Luanda, as propostas do MPLA e da UNITA sobre a constituição da Mesa Definitiva da Assembleia Nacional, foram motivo de uma demorada concertação política, entre os Grupos Parlamentares dos dois partidos, por mais de oito(8) horas, sobretudo porque a proposta do MPLA espelhava uma mentalidade hegemónica de Partido-Estado, não tinha em consideração a vontade do povo expressa nas urnas e a nova composição da Assembleia Nacional, isto é, a correlacção de mandatos entre os dois Partidos Políticos que têm Grupos Parlamentares.
2. A concertação feita de vontade patriótica e com base no Regimento da Assembleia Nacional entre delegações dos dois Grupos Parlamentares chefiadas pelos seus respectivos Presidentes, Deputados Virgílio Fontes Pereira e Liberty Chiyaka, estes mandatados pelos líderes dos respectivos partidos políticos, nomeadamente Sua Excelência Dr João Lourenço e Sua Excelência Eng. Adalberto Costa Júnior, havia resultado nos seguintes compromissos:
a)-A aprovação da candidata do MPLA, para Presidente da Assembleia Nacional;
b)-A aprovação dos candidatos para Primeiro e Terceiro Vice-Presidentes propostos pelo MPLA;
c)- A aprovação dos candidatos para Segundo e Quarto Vice-Presidentes propostos pela UNITA;
d)- Manter a proposta de Secretários da Mesa apresentada pelo MPLA, isto é, o Primeiro e Segundo Secretários da Mesa para o MPLA; o Terceiro e Quarto Secretários da Mesa para a UNITA.
3. Depois do compromisso firmado de boa fé entre as partes, mediante palavra de honra, surpreendentemente, minutos antes do re-início da sessão constitutiva, o Grupo Parlamentar da UNITA foi informado que a Direcção do MPLA tinha decidido não mais honrar a palavra dada, quebrando assim todos os entendimentos políticos e rearrumou as precedências de acordo com o seu interesse estritamente partidário e não de acordo uma visão de país inclusivo, tão pouco de acordo com o Regimento da Assembleia Nacional, em desrespeito aos valores da ética, da elevação moral e dos adversários políticos que representam parte signif**ativa do povo angolano.
4.Desta feita, a Direcção do MPLA impôs à Assembleia Nacional o Primeiro e Segundo Vice-Presidentes para si, o Terceiro e o Quarto Vice-Presidentes para a UNITA.
5. Na história política recente do Parlamento angolano multipartidário, recordamos que na Primeira Legislatura a UNITA teve 70 Deputados e ocupou por direito, o cargo de Segundo Vice-Presidente da Assembleia Nacional, na pessoa do Dr. Jerónimo Wanga e, depois, do Dr. Fernando Heitor.
6. Nesta V Legislatura que hoje inicia, a UNITA tem 90 Deputados, por isso, não se pode aceitar nem compreender que a vontade expressa nas urnas não esteja reflectiva com a devida dignidade na Mesa Definitiva da Assembleia Nacional.
7.Em sinal de protesto contra a violação dos compromissos assumidos pelo MPLA, o Grupo Parlamentar da UNITA não votou a eleição da Presidente da Assembleia Nacional e abandonou a sala do Plenário da Reunião Constitutiva da V Legislatura da Assembleia Nacional no momento da eleição dos Vice-Presidentes depois de deliberadamente terem sido negados os pontos de ordem e votos de protesto solicitados pelo Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA.
8.Angola vive uma grave crise de legitimidade democrática das suas instituições e um ataque impiedoso ao Estado Democrático de Direito, pois o regime usa a Assembleia Nacional como um órgão de extensão do seu interesse partidário, em clara violação do Regimento da Assembleia Nacional e desrespeito à vontade expressa nas urnas que a UNITA representa com legitimidade inquestionável o que não se pode dizer de determinado partido político.
9.Quando a palavra do Presidente do MPLA, partido político que tem responsabilidades acrescidas é descartada sem o mínimo de consideração do valor da palavra empenhada, f**a evidente que os angolanos estão diante de uma grave ameaça à sobrevivência do Estado Democrático e Direito, por isso, os cidadãos têm o direito de se manifestar para salvar Angola da mesmice, da falta de ética e sentido de Estado.
10.O Grupo Parlamentar da UNITA lamenta profundamente a forma antipatriótica e antidemocrática que caracterizou a sessão solene da Reunião Constitutiva da V Legislatura.
11. Apesar da triste ocorrência que muito envergonhou o povo angolano, o Grupo Parlamentar da UNITA espera que o bom senso prevaleça, e a lucidez patriótica ilumine o horizonte de desespero que se apoderou dos angolanos e se restabeleça o espírito de confiança para a construção do Estado Democrático de Direito com Instituições inclusivas participativas e efectivas.
Luanda, 16 de Setembro de 2022.
O Grupo Parlamentar da UNITA
13/09/2022
Diretor desportivo explica contornos da saída de Lewandowski
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BAYERN MUNIQUE
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O diretor desportivo do Bayern, Hasan Salihamidzic, revelou que a saída de Robert Lewandowski esteve ligada ao facto de o goleador polaco querer renovar por várias temporadas e de o clube bávaro não ter conseguido igualar o salário que o jogador foi receber no Barcelona.
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«Nós queríamos renovar com Lewandowski, mas ele não queria. Então decidimos que era melhor vender o seu passe do que deixá-lo sair livre em 2023. O Barcelona fez um grande plantel, mas nós temos regras financeiras. Quando renovamos contratos de jogadores com mais de 30 anos não fazemos por mais de uma temporada. Se errámos? Não sei. Não estávamos dispostos a fazer um contrato de quatro anos, quando ele tem 34 anos, e pagar-lhe um salário tão elevado. Não tínhamos dinheiro para pagar assim. Financeiramente não seria possível. O Real Madrid renova o contrato de Modric apenas por um ano. Nesse sentido, íamos renovar por um ano, mas compreendo que para ele, com 34 anos, assinar por quatro temporadas seja algo extraordinário», explicou o dirigente, em declarações ao El País.
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O Bayern recebe, esta terça-feira, o Barcelona, em jogo da segunda jornada do Grupo C da Champions.
08/09/2022
30/08/2022
SE JOÃO LOURENÇO DIRIGIR ANGOLA "SOB SUSPEITA DE QUALQUER ERRO OU FRAUDE É UM DESASTRE"
O comentador da SIC, Luís Marques Mendes, diz que a atitude dos responsáveis políticos em Angola tem evitado grandes movimentos de contestação nas ruas.
Luís Marques Mendes afirma que os responsáveis estão a ter atitudes apaziguadoras: Nem sequer me parece que vamos ter grandes manifestações de rua, porque eu acho que os sinais são sinais apaziguadores.
Destaca o papel da Comissão Nacional de Eleições e do líder da UNITA, que "veio dizer que tem de ser feita, porventura, uma recontagem dos mandatos de deputados, mas já não enfatizando a questão da vitória eleitoral".
Ler mais em: https://club-k.net/index.php?option=com_content&view=article&id=48637:se-joao-lourenco-dirigir-angola-sob-suspeita-de-qualquer-erro-ou-fraude-e-um-desastre&catid=23:politica&lang=pt&Itemid=641
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